sábado, maio 17, 2008
quarta-feira, maio 07, 2008
domingo, maio 04, 2008
mãe

não mais entrará no quarto antes de eu adormecer. esperarei sempre
Poema de José Luis Peixoto,
segunda-feira, abril 28, 2008
quarta-feira, abril 23, 2008

As árvores como os livros têm folhas
Poema de Jorge Sousa Braga
domingo, abril 20, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
quinta-feira, abril 10, 2008
Nota: os meus posts, são sempre verdades minhas. Mas, claro, nao resumem toda a minha pessoa, nem todos meus sentires. É verdade esta minha melancolia quase quase permanente, mas tb é verdade que, agora, na fase presente de minha vida, eu consegui o que eu sempre mais desejei (uma familia, em amor). E se restaram em mim todas as dores de todo o meu passado, é porque sinto tudo com demasiada intensidade, o que me faz viver com igual, ou maior, intensidade todas as minhas alegrias presentes. E delas tb falo, aqui no meu blog, claro.Os meus posts, são impulsos que não me esforço para controlar. Vêm de dentro de mim, e não tenho tempo (nem vontade) para "os pensar" muito. Calha virem assim, se gosto e me agradam, assim ficam.Beijos meus, para quem me gosta.fatima
domingo, abril 06, 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
sábado, março 29, 2008

Há quem tenha todas as filosofias do mundo
eu ouço apenas um rouxinol na floresta
-- e isso me basta.
Gosto de ouvi-lo. É tudo.
Bebo o vinho, beijo na língua,
e não sei a casta.
Outros são os enólogos,
os profundíssimos enólogos.
Eu mal distingo o azal do cabernet,
o loureiro do trajadura.
E assim vivo, animal de sons e cheiros,
longínqua e lunática criatura.
Há quem tenha todas as filosofias do mundo.
Eu ouço apenas um rouxinol na floresta
-- e isso me basta.
Gosto de ouvi-lo. É tudo.
Sou de uma espécie rara: estrela-do-mar
em terra, no fim de tarde tranquilo.
Poema de José Carlos de Vasconcelos
em Repórter do Coração
quinta-feira, março 27, 2008
segunda-feira, março 24, 2008

É daqueles pensamentos bonitos.
E acertados.
E óbvios.
Mas então, eu olho as minhas mãos calejadas e sujas.
E olho o meu mundo, também.
E penso, pela enésima vez!, em como pensar/falar é tão fácil
e
fazer é tão difícil!!!
fatima
domingo, março 23, 2008
sábado, março 22, 2008
segunda-feira, março 17, 2008
sexta-feira, março 14, 2008
quarta-feira, março 12, 2008
Também, não era dificil. Afinal, há muito que todos o anteviam, excepto eu, que só adivinho coisas erradas.Disseram-me que talvez tu viesses e eu quedei-me à tua espera, alheia à tarde que escurecia, alheia à noite que estrelou....
Deve ter esfriado também, não notei.
Tu vieste, mesmo!
E agora.... agora, eu escolhia, muito à pressa, as palavras, para te contar.
Sim, quando acabasse o abraço e tu parasses de me olhar, eu teria que falar!
Falar explicações, apenas. Porque o resto, tu sabes, toda a gente sabe.
Emendo: toda a gente soube, antes de mim!
(1, 2, 3, vou dizer tudo, agora mesmo, força!)
-- Vem ver o limoeiro, ganhou flores, está bonito.
Um sorriso teu...
(E sorriste de mim e não para mim, penso.)
-- Sorte. Foi sorte. Tive sorte. Foi isso. Foi assim.
(A sorte evitava outras explicações e poupava-me as palavras, acabara de me ocorrer...)
Avistei uma surpresa e uma interrogação, mas foram breves e ligeiras pois logo logo aconteceu um sorriso largo e uma palavra, teus:
-- Parabéns!
Outro abraço, e juntas, fomos festejar.
Fim
fatima
terça-feira, março 11, 2008
11 de Março, dia da mulher (tb)
Em natais, festas de aniversário com pão-de-ló, ou em
casamentos, as mulheres de 80 anos reúnem uma
assembleia de afilhadas solteiras e explicam-lhes
que a vida é transparente e que o passado, fechado em
armários que rangem durante a noite, brilha às vezes, como
as pratas dos chocolates que entregam nas mãos das crianças.
Poema de José Luis Peixoto
em cal
segunda-feira, março 10, 2008
domingo, março 09, 2008
sexta-feira, março 07, 2008
quinta-feira, março 06, 2008
Não lembro se cresceu comigo.
Hoje habita na parte de dentro de mim e as vezes toma-me por completo.
É uma tristeza imensa,
uma melancolia brava,
que me quebra o sorriso e me turva o olhar.
Nem sempre dou por ela,
são os outros que a notam e logo logo, a tentam espantar.
Não entendem que somos cúmplices e que nos precisamos .
Não entendem que ela me trouxe de volta ao mundo que eu em tempos renunciei.
Não entendem que ela me salvou e me salva ainda todos os dias
porque viver aparte dela é viver num mundo mt mas mt pequenino,
Prefiro pois viver junto com esta minha tristeza,
fatima
terça-feira, março 04, 2008
domingo, março 02, 2008
...
Alguns -
Poema de Wislawa Szymborska

































