
domingo, agosto 09, 2009
sexta-feira, agosto 07, 2009
...
O espaço tem o volume da imaginação
O meu tesouro és tu
de Jorge Palma
quinta-feira, agosto 06, 2009
....
Os outros eu nao sei,
mas eu continuo pequenina infantil “criançola”
--de coraçao.
quarta-feira, agosto 05, 2009
....
terça-feira, agosto 04, 2009
acho que ja postei, mas continua a andar em minha cabeça
Talvez por não saber falar de cor, imaginei.
Talvez por saber o que não será melhor, aproximei.
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós.
Sei lá eu o que queres dizer.
Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz."
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor, não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender...
Talvez por não saber falar de cor, imaginei.
Triste é o virar de costas, o último adeus, sabe Deus o que quero dizer.
Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar p'ra mim. Escutar quem sou.
E se ao menos tudo fosse igual a ti...
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor, não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender...
lalalalala lalalala
sexta-feira, julho 31, 2009
...
Ontem, chorei.
Cheguei a casa, meti-me no quarto, sentei-me na beirinha da minha
cama, tirei os sapatos, desapertei o sutiã
e chorei um bom bocado.
Acreditem
que chorei até o meu nariz pingar para cima da minha blusa de seda
que comprei nos saldos.
Chorei até ficar com as orelhas quentes.
Chorei até ficar com uma dor de cabeça tão grande,
que mal conseguia ver a pilha de lenços de papel sujos acumulada
no chão, aos meus pés.
Quero que saibam
que ontem chorei um bom bocado.
Ontem, chorei
por todos os dias em que estive tão ocupada, ou tão cansada, ou
tão irritada, que nem consegui chorar.
Chorei por todos os dias, e de todas as maneiras
e todos os momentos em que eu desonrara, desrespeitara e desligara
o meu Eu de mim própria,
e acabara por vê-lo reflectido na maneira como
os outros me faziam
as mesmas coisas que eu já fizera a mim própria.
Chorei por todas as coisas que eu dera para depois mas roubarem;
por todas as coisas que pedira e ainda não se tinha concretizado;
por todas as coisas que conquistara para depois as dar a pessoas
em circunstâncias
que me deixavam com uma sensação de vazio, magoada
e simplesmente usada.
Chorei, porque realmente chega uma altura na vida em que
a única coisa que nos resta fazer é chorar.
Ontem, chorei.
Chorei pelos meninos abandonados pelos pais;
e pelas meninas esquecidas pela mães;
e pelos pais que não sabem o que fazer e, por isso, partem;
e pelas mães sem marido que, por isso, enlouquecem.
Chorei, porque tive um menino quando eu própria era uma menina
e porque eu era mãe e não sabia o que fazer,
e porque queria o meu pai ao meu lado, queria-o
com tanta força que até doía.
Ontem, chorei.
Chorei, porque sofria.
Chorei, porque o sofrimento não tem para onde ir,
a não ser para dentro da dor que o causou à partida,
e quando lá chega, o sofrimento desperta-nos.
Chorei, porque era demasiado tarde.
Chorei, porque a minha alma sabia que eu não sabia
que a minha alma sabia tudo o que eu precisava de saber.
Chorei com toda a alma, ontem, e soube-me tão bem.
Pareceu-me tão, tão mal.
Por entre o meu choro, senti a minha liberdade chegar.
Porque
ontem, chorei com um objectivo.
de Iyanla Vanzant
quarta-feira, julho 22, 2009
terça-feira, julho 21, 2009
post com dedicatória...
segunda-feira, julho 20, 2009
...

quinta-feira, julho 16, 2009
...

Poderia ter acontecido.
Teve que acontecer.
Aconteceu antes. Depois. Mais perto. Mais longe.
Aconteceu, mas não com você.
Você foi salvo, pois foi o primeiro.
Você foi salvo, pois foi o último.
Porque estava sozinho. Com outros. Na direita. Na esquerda.
Porque chovia. Por causa da sombra.
Por causa do sol.
Você teve sorte, havia uma floresta.
Você teve sorte, não havia árvores.
Você teve sorte, um trilho, um gancho, uma trave, um freio,
um batente, uma curva, um milímetro, um instante.
Você teve sorte, o camelo passou pelo olho da agulha.
Em conseqüência, porque, no entanto, porém.
O que teria acontecido se uma mão, um pé,
a um passo, por um fio
de uma coincidência.
Então você está aí? A salvo, por enquanto, das tormentas em curso?
Um só buraco na rede e você escapou?
Fiquei mudo de surpresa.
Escuta,
como seu coração dispara em mim.
segunda-feira, julho 13, 2009
....
sexta-feira, julho 10, 2009
terça-feira, julho 07, 2009
!
Não sei como é para os outros
mas para eu ser feliz e infeliz
basta-me em absoluto:
uma aldeola perdida
nos quintos das estrelas,
à qual elas mandam umas
picadelas insignificantes.
de um poema de Wislawa Szymborska
domingo, julho 05, 2009
...
quinta-feira, julho 02, 2009
e a seguir ao sorriso, foram outras coisas..
terça-feira, junho 30, 2009
...
segunda-feira, junho 29, 2009
..
sábado, junho 27, 2009
sexta-feira, junho 26, 2009
...

Sempre amei por palavras muito mais
do que devia
são um perigoas palavras
quando as soltamos já não háregresso possível
ninguém pode não dizer o que já disse
apenas esquecer e o esquecimento acredita
é a mais lenta das feridas mortais
espalha-se insidiosamente pelo nosso corpo
e vai cortando a pele como se um barco
nos atravessasse de madrugada
e de repente acordamos um diadesprevenidos e completamente
indefesos
um perigoas palavras
mesmo agoraaparentemente tão tranquilas
neste claro momento em que as deixo em desalinho
sacudindo o pó dos velhos dias
sobre a cama em que te espero
Poema de Alice Vieira
quinta-feira, junho 25, 2009
:") e reconcilio-me com o mundo, outra vez
Nota:obrigada e beijos e amor,
a quem enviou para mim.
fatima
quarta-feira, junho 24, 2009
terça-feira, junho 23, 2009
A vida como ela é! E nao apenas nas árvores... :)
:-)
fatima
....
Cumpras por própria.
Manda no que fazes,
Nem de ti mesmo servo.
Niguém te dá quem és.
Nada te mude.
Teu íntimo destino involuntário
Cumpre alto.
Poema de Fernando Pessoa
segunda-feira, junho 22, 2009
post para o amor da minha vida que (já) faz hoje 18 anos

esta é a tua mão,
este é o teu olho,
aquilo é um peixe, azul deitado
no papel, quase
da forma de um olho.
Esta é a tua boca, isto é um O
ou uma lua, o que
preferires. Isto é amarelo.
Para lá da janela
está a chuva, verde
porque é Verão, e para além dela
as árvores e depois o mundo,
que é redondo e tem só
as cores destes nove lápis de cor.
Este é o mundo, que é mais cheio
e mais difícil de aprender do que eu fiz parecer.
Fazes bem em esborratá-lo assim
com o vermelho e mais
o laranja: o mundo queima.
Logo que aprenderes estas palavras
vais saber que há mais
palavras do que podes aprender.
A palavra mão flutua sobre a tua mão
como uma pequena nuvem por cima de um lago.
A palavra mão prende
a tua mão a esta mesa,
a tua mão é uma pedra quente
que eu seguro entre duas palavras.
Esta é a tua mão, estas são as minhas mãos, este é o mundo,
que é redondo mas não é plano e tem mais cores
do que as que podemos ver.
Ele tem um início, ele tem um fim,
é a isto que
regressarás, esta é a tua mão.
poema de Margaret Atwood
domingo, junho 21, 2009
...
sábado, junho 20, 2009
desencantada
e corro a abrir a porta
dos meus sonhos.
Às vezes, com a pressa,
deixo cair na escada um sapatinho.
Quando de manhã alguém mo traz,
dizendo: deixas o sapato em qualquer lado,
volto a calçá-lo, distraidamente,
e vou ficando, outra vez,
desencantado.
Poema de Álvaro Guimarães
sexta-feira, junho 19, 2009
promessa
Antes sequer de dizermos mais alguma coisa,
Acredito eu, que nesse momento,
As palavras vão ser desnecessárias
Palavras copiadas (só pq gosto tanto delas e pedindo desculpas pelo talvez-abuso) de
http://justbefair.blogspot.com/2007/08/abraar-te-em-silncio.html
fatima
quarta-feira, junho 17, 2009
post (quase) repetido
terça-feira, junho 16, 2009
post de mim para mim:
domingo, junho 14, 2009
....
sábado, junho 13, 2009
:)
Pronto, emendo, todos os dias eu encanto-me e comovo-me com algo que é novo para mim, não tinha visto nunca, ou apenas não tinha, ainda, reparado....
Hoje vi esta foto e .... próximos dias não sairá de minha cabeça, e o que eu vejo nela ficará para sempre em meu coração!!!
quinta-feira, junho 11, 2009
segunda-feira, junho 08, 2009
camalear é preciso
fim!
post -scriptum:
isto é um texto de ficção, qq semelhança com a realidade é pura coincidência
moral da história:
o amor acontecer, é fácil
o amor permanecer, é dificil
e exige adpatação um ao outro
domingo, junho 07, 2009
quinta-feira, junho 04, 2009
...
Este dizia-lhe: "Vês aquela coisa grande, ali, alta, é uma árvore. E aqui - enterrava uma sementinha - vai nascer uma como aquela."
A criança abria a boca de espanto e sorria.
Acreditou. Não é que tivesse lógica, mas era o pai que lhe dizia!
de (padre) Vasco Pinto Magalhães,
em não há Soluçoes Há Caminhos
terça-feira, junho 02, 2009
segunda-feira, junho 01, 2009
!
Um mestre oriental viu um escorpião a afogar-se e decidiu tira-lo da água, mas quando o fez o escorpião picou-o.
sexta-feira, maio 29, 2009
:-)

quarta-feira, maio 27, 2009
sonhos...de papel
fatima
sábado, maio 23, 2009
segunda-feira, maio 18, 2009
....

Pq o que há em nós , é o que alimentamos nos outros ,
O mundo seria um lugar melhor mais bonito mais feliz.
--tudo começa em mim aqui agora
domingo, maio 17, 2009
Boa semana!!
Gentileza, ...., e amor, é o que conta este video
e, claro
eu adoro-o.
Veio para mim com amor, deixo-o aqui para vós com gentileza.
:)
fatima
segunda-feira, maio 11, 2009
...
sexta-feira, maio 08, 2009
Estou cansada! Pelo menos daqui, vou descansar uns dias...Até já.
de Sigmund Freud
quinta-feira, maio 07, 2009
...
.jpg)
O corpo não espera. Não. Por nós
Poema de Jorge de Sena
quarta-feira, maio 06, 2009
:-)
terça-feira, maio 05, 2009
segunda-feira, maio 04, 2009
??
domingo, maio 03, 2009
Mães

Mulher, como te chamas? - Não sei.
Quando nasceste, tua origem? - Não sei.
Por que cavaste um buraco na terra? - Não sei.
Há quanto tempo estás aqui escondida? - Não sei.
Por que mordeste o meu anular? - Não sei.
Sabes, não te faremos mal nenhum. - Não sei.
De que lado estás? - Não sei.
É tempo de guerra, tens de escolher. - Não sei.
Existe ainda a tua aldeia? - Não sei.
E estas criancas, são tuas? - Sim.
Poema de WISLAWA SZYMBORSKA






























