quarta-feira, janeiro 30, 2008

terça-feira, janeiro 29, 2008

vida:varios bilioes de celulas sendo nós, por algum tempo

Ei.(Quero dizer, olá a todos)


Hoje faço anos.
Na verdade acho patetice este comentário meu, afinal todos os dias “fazemos” dias, semanas, meses…
Acontece que nos lembrou de comemorar o aniversario, e apesar de não achar a comemoração de mt interesse tb não tenho nada contra.

Eu penso mesmo que esta mania que temos de dividir o tempo em horas dias semanas meses etc etc é mais uma tentativa parola de o tentar controlar… mas pronto, confesso que a utilidade é mais que muita e não serve apenas de pretexto para inventarmos umas datas que usamos, tipo fatiota apertada, para parecermos, ainda mais… civilizados (não me ocorria a palavra certa pq apenas me lembrava de :pessoazinhas amestradas…) (Estranho, o corrector não reconhece o diminutivo de pessoas. Caramba, mas reconhece a palavra coelhinhos, cãezinhos…).

Bem, já me estou a perder.
Estava apenas a relembrar-me que no natal nós somos todos muiiiiiiiiito bonzinhos, no carnaval estamos todos bué de divertidos, na pascoa fazemos umas festitas familiares ou vamos passear um cadito até à serra ou à praia, nos nossos aniversários oferecemos bolo e apagamos velas, e por aí a fora….

Salvo raras excepções, estamos todos bem treinados.

Dito isto, vou falar de mim.

….

….

Queimei uns neurónios, não há mt a dizer.

Já tenho 37 anos. A sensação que me acompanha sempre que, de noite, deito na almofada é a de ter acabado de nascer.

Não tem sido sempre assim, confesso.

Houve outras alturas de minha vida em que me sentia mais madura, mais experiente, mais sábia.

Houve dias, muitos muitos muitos, em que as certezas eram muitas e as duvidas não eram tantas. E as perguntas não aconteciam tanto ou, tinham resposta…

E eu não me ESPANTAVA tanto!

Talvez eu fosse uma alienada, talvez me deixasse ocupar demasiado com as trivialidades da vida.

Não sei, mas sei que era mais sossegada e tranquila, menos, muito menos, atormentada.

Depois pergunto a mim mesma:

-flor preferida? jeros, AINDA;

-animais preferidos: cães, gatos, caracóis, borboletas, ursos, galinhas, ovelhinhas, cabritinhos, pássaros todos, peixes coloridos. AINDA.

-defeitos: amuada, gulosa, mimada, desorganizada, mimada, gulosa, desorganizada, amuada, desorganizada, gulosa, mimada…, AINDA!

-qualidade: mesmas de cima :)
-musicas que gosto mais: todas dos barclay, alan parsons, jon&vangelis, AINDA.

-lema de vida? Não fazer aos outros o que não gosto que façam a mim, mesmo que esses outros o façam mesmo.

Ufa!!,37 anos, uma grande regressão a nível mental, mas de importante mesmo não mudou nada!

E decido portanto que outras coisas de que falava: a maturidade, experiencia, sapiência, são mesmo pouco importantes!!


Não tenho grande amor à vida, por isso seria hipócrita se viesse para aqui falar de saudades do passado e de esperanças para o futuro.

Tenho um grande grande grande GRANDEEEEEEEEEEEEEE AMOR sim, por algumas pessoas e é por elas e para elas que eu dou ordem a minhas células para que elas SEJAM. Pq viver é apenas isso: nossas células sendo…

Até um dia destes, se minhas células assim o quiserem.
Beijos para todos: a prenda de mim para vocês!


fatima








sexta-feira, janeiro 18, 2008

quinta-feira, janeiro 17, 2008

sem comentários meus...

AVESSO BÌBLICO


No inicio,

já havia tudo.

Mas Deus era cego

e, perante tudo,

o que ele viu foi o Nada.

Deus tocou a água
e acreditou ter criado o oceano.
Tocou o chão
e pensou que a terra nascia sob os seus pés.
E quando a si mesmo se tocou
ele se achou o centro do Universo.
E se julgou divino.
Estava criado o Homem.

Poema de Mia Couto

em:

idades

cidades

divindades





segunda-feira, janeiro 14, 2008

talking about.. interesting things

Já estive quase quase a desistir.


Algumas das vezes era força de vontade minha. Outras eram a desilusão e o cansaço que me impeliam…


Mas sentia-me, sei lá, como que amputada de uma qq parte de meu corpo.


Viver por amor. É do que falo.


Cada um de nós tem as suas necessidades mais prementes. A minha é o amor.


E a busca por ele, talvez seja o sentido de minha vida.


O bem estar e, os prazeres… Confortam-me e, dão-me alegria, mas não me fazem feliz.


Um beijo de amor e um xi-coração apertado, é o supra sumo da felicidade. A minha felicidade.


E sou feliz muitas vezes, admito. Todos os dias, várias vezes por dia, sempre que minha filha se chega a mim…


Mas somos uns incontornáveis insatisfeitos!, penso.


E penso tb que é assim que temos de ser, pq é essa insatisfação que nos leva a ir mais além.


Concluindo:


Pq raio (desculpem a expressão) está sempre em “lá além” aquilo que nos importa mais????


Droga de vida!



Beijossssssss



fatima

terça-feira, janeiro 01, 2008

2008








Para todos nós

eu desejo que

neste ano novo

as coisas boas

ofusquem todas as outras
que nos acontecem....





beijos e carinhos





fatima

terça-feira, dezembro 11, 2007

brrrrrrrrrrrrrrrrrr2


"As vezes ama-se
Outras,
o corpo gela"






quarta-feira, dezembro 05, 2007

terça-feira, dezembro 04, 2007





Esta noite sonhei que era um rio. Um rio pequenino, é certo, que nada mais conhecia além das montanhas onde nascia, dos animais, dos amieiros e dos juncos que nele se debruçavam. Como todos os rios, o que eu mais ardentemente desejava era desaguar. Comecei a perguntar onde ficava o mar, mas ninguém me sabia responder. Apontavam-me com um gesto vago ora o este ora o oeste. Escolhera já a forma de desaguar -- em delta, claro -- mas não recolhera ainda o menor indício da proximidade do mar. Uma noite em que estava acampado entre as dunas cheguei finalmente a uma conclusão (a mesma a que todos os rios chegaram talvez antes de mim): o mar não existia.



(E essa conclusão era salgada.)







Poema de Jorge Sousa Braga,


em O Poeta nu

sexta-feira, novembro 30, 2007

quarta-feira, novembro 28, 2007

a nossa morte é o nada de tudo

Os astros, a Terra, esta sala, são uma realidade, existem, mas é através de mim que se instalam em vida: a minha morte é o nada de tudo.

Como é possivel? Conheço-me o deus que recriou o mundo, o transformou, mora-me a infinidade de quantos sonhos, ideias, memórias, realizei em mim um prodígio de invenções, descobertas, que só eu sei, recriei à minha imagem tanta coisa bela e inverosímel.

De vergílio ferreira

Em aparição

segunda-feira, novembro 19, 2007

amor/familia










Mamã, papá, kelita, leninha e andreia filipa!































Não acredito no sangue, eu.





Quero dizer, não acredito que o sangue que corre nas nossas veias carregue com ele o amor que sentimos por outros.




Não amo a minha filha pq ela nasceu de mim.




Não adoro as minhas irmãs pq elas partilharam o mesmo berço que eu durante 9 meses (aqueles que eu desconfio que são os melhores de nossa vida).




Não sei como é com os outros, mas eu estou certa de que o meu coraçao é completamente livre das amarras com que os genes familiares costumam nos enredar...




Não gosto menos, nao sinto menos amor, por isso.




Muito pelo contrário!, penso!




Sou completamente apaixonada pela minha filha, pelo jeito dela, a alegria que é tão raro ela deixar que esmoreça, a meiguice dela que é infinita e nunca mais acaba, a imaginação, o sentido de humor, a lealdade, a sinceridade, a coerência, retidão, responsabilidade, ambição qb, desinteresse...
Tanta, tanta coisa que minha filha tem, que minha filha é , que eu admiro, aprecio, gosto, tudo junto só podia dar um amor que é maior do que eu e que não quero saber de onde vem e de que matéria é feito.





Os meus amores, não quero saber se são meus familiares!




Nem me incomodava sequer saber que me tinham trocado de filha na maternidade, por ex!

E minhas irmãs, conheço-as tão bem!




Sei quase tudo delas e é aí que o amor está. Nesse conhecimento e tb nas vivências que partilhamos e que nos fizeram ser o que somos hoje.




Um pouco do que eu sou, chama-se kelita e leninha, pq elas estavam LÁ e por AQUI ficaram...





É importante, a historia genética, eu sei. Mas por outras razões que nao as afectivas.




Mais uma vez, não falo por outros, mas apenas por mim mesma.




O meu amor, é real e é verdade, e é devido,unicamente, aquilo que tu és e aquilo que tu me dás e aquilo que eu sou por causa de ti.






















fatima

quinta-feira, novembro 15, 2007




A Bela Acordada











Era uma vez uma mulher que tão depressa era feia era bonita, as pessoas diziam-lhe:



- Eu amo-te.



E iam com ela para a cama e para a mesa.



Quando era feia, as mesmas pessoas diziam-lhe:



- Não gosto de ti.



E atiravam-lhe com caroços de azeitona à cabeça.



A mulher pediu a Deus:



- Faz-me bonita ou feia de uma vez por todas e para



sempre.



Então Deus fê-la feia.



A mulher chorou muito porque estava sempre a apanhar



com caroços de azeitona e a ouvir coisas feias. Só os animais



gostavam sempre dela, tanto quando era bonita como quando



era feia como agora que era sempre feia. Mas o amor dos animais



não lhe chegava. Por isso deitou-se a um poço. No poço,



estava um peixe que comeu a mulher de um trago só, sem a



mastigar.



Logo a seguir, passou pelo poço o criado do rei, que



pescou o peixe.



Na cozinha do palácio, as criadas, a arranjarem o peixe,



descobriram a mulher dentro do peixe. Como o peixe comeu a



mulher mal a mulher se matou e o criado pescou o peixe mal o



peixe comeu a mulher e as criadas abriram o peixe mal o peixe



foi pescado pelo criado, a mulher não morreu e o peixe



morreu.



As criadas e o rei eram muito bonitos. E a mulher ali era



tão feia que não era feia. Por isso, quando as criadas foram



chamar o rei e o rei entrou na cozinha e viu a mulher, o rei



apaixonou-se pela mulher.



- Será uma sereia ? – perguntaram em coro as criadas ao



rei.



- Não, não é uma sereia porque tem duas pernas, muito



tortas, uma mais curta do que a outra – respondeu o rei às



criadas.



E o rei convidou a mulher para jantar.



Ao jantar, o rei e a mulher comeram o peixe. O rei disse à



mulher quando as criadas se foram embora:



- Eu amo-te.



Quando o rei disse isto, sorriu à mulher e atirou-lhe com



uma azeitona inteira à cabeça. A mulher apanhou a azeitona e



comeu-a. Mas, antes de comer a azeitona, a mulher disse ao rei:



- Eu amo-te.



Depois comeu a azeitona. E casaram-se logo a seguir no



tapete de Arraiolos da casa de jantar.








Poema de Adília Lopes

terça-feira, novembro 13, 2007

vazia mas...





Venho aqui mt pouco por falta de tempo.

Mas hoje sobrou-me desse tempo.

E faltou-me algo mais importante.

-Algo para dizer.

Acontece-me muito, esvaziar-me momentaneamente.

Não estou a queixar-me, porque a estes momentos eu chamo de

LIBERDADE.

Por isso, faço o costume: escolho das minha músicas preferidas a que mais me apetece ouvir, coloco no repeat e procuro a pasta das minhas imagens guardadas. Olho as imagens, oiço a música, gozo a LIBERDADE.
-Sou feliz.

Deixo aqui um pouco disso...

Com um beijo meu!






fatima




sábado, novembro 10, 2007

"com as raizes": podem ser .... os meus amuos



Quando eu estiver com as raízes
chama-me com tua voz.
Irá parecer-me que entra
a tremer a luz do sol.


De Juan Ramón Jiménez


sexta-feira, outubro 05, 2007

Tu e eu,

Somos tão diferentes e estamos tão distantes.



Tu e eu…



Tu e eu,

Kilometros afazeres e outras pessoas, tantos/as, entre nós.

E não apenas isso, eu sei.



Tu, do lado do sol.

Eu, fico com a lua.

(Se quiseres ao contrário, tudo bem, eu não me importo)


E de vez em quando cruzamos os olhares,

na direcção da mesma estrela

na mesma altura do dia

e somos então um bocadinho um do outro, eu penso.



Se pensar errado, não faz mal.

Há muito tempo que vivo mais das verdades que vivem em mim do que das realidades que são em redor de mim…



Tu,

beijos e um xi-coraçao e saudades.



fatima

quinta-feira, setembro 13, 2007

..





O que eu sou é o único lugar seguro que conheço.

De Inês Pedrosa
em Fazes-me falta


Música: Dying in the sun
Cranberries

segunda-feira, setembro 03, 2007

...









Esta noite sonhei contigo

Dizias-me ao ouvido: tudo é possível ainda.

Se calhar sorri.

(As vezes sorrio para te agradar

Ou talvez para te dizer que me agradaste.

Não sei.)











Hoje acordei e o dia estava bonito.

O sol bateu em mim e eu sorri.

(Mesmo.)



fatima

quarta-feira, agosto 29, 2007

:-)


Humm,

tenho que confessar duas coisas, nao, três coisas: 1, tenho saudades da blogosfera; 2, muitas saudades do meu blog; 3, tenho receio de já não saber como fazer ...



Bem, queria escrever qq coisa aqui hoje, mas a verdade é que não tenho tempo nenhummmmmmmmmmmmmm para Isto.

Tenho um pouquito de pena, mas não muita, pq meu tempo todo é ocupado em outras coisas que, ou são mais válidas (trabalho das 9h as 19H, cozinhar, lavar a louça, tratar da roupa, arrumar a casa) ou são mais importantes (cuidar e educar), ou são mais prazeirosas (não sei se esta palavra existe, desculpem) (acarinhar e amar).


Muita coisa em minha vida mudou nos ultimos tempos e a única coisa que importa dessas mudanças todas (boas, más, mt boas e mt más, há de tudo...) é que eu sou, estou, sinto-me MAIS FELIZ.


Um dia destes voltarei, para saber de todos aqueles a quem eu me acostumei aqui.

Deixo muitos beijos e relembro saudades....




fatima







Desfloramento

Venho das noites escuras
E aprendi a ver nas trevas
e a ler nas trevas.
Venho das noites escuras
e sei o grande soluço das sombras
e os cânticos impotentes dos peregrinos.
Venho das noites escuras
e daí o meu amor imenso pela luz!
E quanto mais treva era a treva
melhor eu aprendia a amar a luz do sol,
e dos meus olhos sempre mais e mais abertos
a luz interior irradiando aniquilava as sombras...
E sendo sempre noite, era cada vez mais manhã.
E cada vez mais enorme e definitiva, a manhã subia,
a-pesar-da treva, a-pesar-do silêncio, a-pesar-de tudo!
E cada vez mais era manhã. E era ainda a noite.

A flor romântica da treva esfolhou-se nos dedos.
E então nasci.
E então vi que estava nu,
E alegrei-me por estar nu,
enfim!
Sorvi os frutos da terra,
e já não me souberam a papel impresso!
Sacudi a poeira do que me tinham ensinado,
e comecei a saber.
Sob as palavras, desvendou-se então a voz,
e a canção ardente da vida já não encontrou algodão
nos meus ouvidos.

Ah! Só quem veio das trevas e das noites escuras
pode amar assim o imenso mundo do sol!
Poema de Adolfo Casais Monteiro

segunda-feira, julho 02, 2007

domingo, junho 17, 2007

:)


Este post, esta imagem, este poema e esta música, são para todos os que na net disponibilizam seus poemas e textos e imagens, para todos nós!

Não pedem nada em troca e isso é "estranho" num mundo onde tudo o que satisfaça qualquer um de nossos 5 sentidos é "pagável" ou "cobrável"…


A vida é tão cheia de dificuldades, problemas e desaires!

E fica tão difícil um sorriso feliz ou um brilho alegre no olhar!

Por isso!,

o meu

MUITO OBRIGADA

a todos os que, nem que seja que por um breve momento, me fizeram e fazem sentir

BEMMMMMMMM.

Aproveito para dizer que ando a descurar um pouco o meu blog apenas por falta de tempo e também , admito, por me sentir psicologicamente e mentalmente aquém ..sei lá… da fátima de antes…

Beijos meus, para todos vós, os que me visitam!

Um xi-coração apertado para todos os bloggers que eu visito!

fatima






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No teu poema existe um verso em branco e sem medida,
um corpo que respira, um céu aberto,
janela debruçada para a vida.
No teu poema
existe a dor calada lá no fundo,
o passo da coragem em casa escura
e, aberta, uma varanda para o mundo.
Existe a noite, o riso e a voz refeita à luz do dia,
a festa da Senhora da Agonia
e o cansaço
do corpo que adormece em cama fria.
Existe um rio,
a sina de quem nasce fraco ou forte,
o risco, a raiva e a luta de quem cai
ou que resiste,
que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
existe o grito e o eco da metralha,
a dor que sei de cor mas não recito
e os sonhos inquietos de quem falha.
No teu poema
existe um cantochão alentejano,
a rua e o pregão de uma varina
e um barco assoprado a todo o pano.
Existe um rio
a sina de quem nasce fraco ou forte,
o risco, a raiva e a luta de quem cai
ou que resiste,
que vence ou adormece antes da morte.
No teu poema
existe a esperança acesa atrás do muro,
existe tudo o mais que ainda escapa
e um verso em branco à espera de futuro.
Letra e música de José Luis tinoco

quinta-feira, junho 14, 2007

....




Teimoso lutador, não desanimo.
Olho o monte mais alto e subo ao cimo,
a ver se ao pé do céu sou mais feliz.
De um poema de Miguel Torga



quarta-feira, junho 06, 2007

....


Amostra sem valor





Eu sei que o meu desespero não interessa a ninguém.


Cada um tem o seu, pessoal e intransmissível:


com ele se entretém


e se julga intangível.



Eu sei que a Humanidade é mais gente do que eu,


sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito,

que o respirar de um só, mesmo que seja o meu,

não pesa num total que tende para infinito.




Eu sei que as dimensões impiedosos da Vida

ignoram todo o homem, dissolvem-no, e, contudo,

nesta insignificância, gratuita e desvalida,

Universo sou eu, com nebulosas e tudo.


Poema de António Gedeão






domingo, junho 03, 2007

...


"O amor quebra todas as barreiras"



É. Às vezes acontece.


Beijossssssssssssss

e,

boa semana!!


fatima

sexta-feira, junho 01, 2007

E, bom fim de semana....



Quantas vezes vais olhar para trás

Estás preso a um passado que pesou

Quantas vezes vais ser tu capaz

Fazer sair quem por engano entrou



Abre a tua porta, não tenhas medo

Tens um mundo inteiro à espera para entrar

De sorriso no rosto talvez o segredo

Alguém que te quer falar



Olha em frente e diz-me aquilo que vês

Reflexos de quem conheces bem

Ouve essa voz é a tua voz

Dá-lhe atenção e a razão que tem



Abre a tua porta, não tenhas medo

Tens um mundo inteiro à espera para entrar

De sorriso no rosto talvez o segredo

Alguém que te quer falar



Deixa o mundo girar para o lado que quer

Não o podes parar nem tens nada a perder

Estás de passagem

Não o leves a mal se te manda avançar

Talvez seja um sinal que não podes parar

Estás de passagem



Vai aonde queres

Sê quem tu quiseres

Estende a tua mão

A quem vier por bem




Deixa o mundo girar para o lado que quer

Não o podes parar nem tens nada a perder

Estás de passagem

Não o leves a mal se te manda avançar

Talvez seja um sinal que não o podes parar

Estás de passagem, só de passagem, estou de passagem

Para outro lugar





quinta-feira, maio 31, 2007

domingo, maio 27, 2007

Farta disto (desculpem a expressão) :

Something went wrong along the way
Everybody's waiting for judgment day
So they can go "Told you so"
They can go "Told you so"







quinta-feira, maio 24, 2007

...

Há dias em que julgamos
que todo o lixo do mundo
nos cai em cima
depois ao chegarmos à varanda avistamos
as crianças correndo no molhe
enquanto cantam
não lhes sei o nome
uma ou outra parece-me comigo
quero eu dizer:
com o que fui
quando cheguei a ser luminosa
presença da graça
ou da alegria
um sorriso abre-se então
num verão antigo
e dura
dura ainda.


De: Eugénio de Andrade





sexta-feira, maio 18, 2007

Bom fim de semana!!!!


Asfixiei num espaço que
nunca quis

Preguicei num lugar

onde nem era EU

Até:





E,

escapei...

fatima







quarta-feira, maio 16, 2007

...




Onde estiveres, eu estou


Onde tu fores, eu vou


Se tu quiseres assim


Meu corpo é o teu mundo


E um beijo um segundo


És parte de mim






Para onde olhares, eu corro
Se me faltares, eu morro
Quando vieres, distante
Solto as amarras
E tocam guitarras
Por ti, como dantes


Agarra-me esta noite
Sente o tempo que eu perdi (mmmmm)
Agarra-me esta noite
Que amanhã não estou aqui.
Agarra-me esta noite
Sente o tempo que eu perdi (mmmmm)
Agarra-me esta noite
Que amanhã não estou aqui.
Música de Pedro Abrunhosa




segunda-feira, maio 14, 2007







Disse uma folha de papel branco:







"Pura fui criada e pura permanecerei para sempre.



Antes ser queimada e convertida em brancas cinzas, do que suportar que a negrura me toque ou o sujo chegue junto de mim".













O tinteiro ouviu o que a folha de papel dizia, e riu-se em seu escuro coração.






Mas não ousou aproximar-se dela.













E os lápis multicoloridos ouviram-na também, e nunca se aproximaram dela.













E a folha de papel, branca como a neve, permaneceu pura e casta.




Para sempre, pura, casta...



e vazia...























Texto de Khalil Gibran

domingo, maio 13, 2007

....




-- Obrigada.

fatima

quinta-feira, maio 10, 2007




Nunca são as coisas mais simples que aparecem
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.
Poema de Nuno Júdice




segunda-feira, maio 07, 2007

Dia da mãe. Foi ontem. E hoje também.






mãe, cada palavra que me ensinaste repete mil vezes o teu nome.













De José Luís Peixoto

sexta-feira, maio 04, 2007

Bom fim de semana.




Sempre que tento olhar mais longe

as nuvens obscurecem

ou o sol ofusca.


























A vista cansa …



E o meu horizonte

fica de novo mais perto.



fatima

quinta-feira, maio 03, 2007

ei..

When I am down and, oh my soul, so weary;
When troubles come and my heart burdened be;
Then, I am still and wait here in the silence,
Until you come and sit awhile with me.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up... To more than I can be.

There is no life, no life without its hunger;
Each restless heart beats so imperfectly;
But then you come, and I am filled with wonder;
Sometimes I think, I glimpse eternity.

................
..............
De Josh Groban









PS: Peço desculpa pela minha ausencia mas meu pc não tem estado bem;

e eu também não.

Beijos,

fatima